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OTABLOG – TUDO SOBRE O MUNDO ANIME
Agora o Perdidos na Net também é ANIME – O talk-show musical, comandado pela Cantora Bianca Aguiar, que já é líder de audiência, agora traz também tudo que rola no mundo anime: eventos, j-music, animes, mangás, e todas as novidades desta febre que chegou ao Brasil pra ficar. Confira todas as novidades no nosso BLOG PARCEIRO:
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BIANCA AGUIAR NA REVISTA CRASH
Jornalista: David Denis Lobão
ELA NÃO É MAIS INOCENTE,
MAS CONTINUA BRILHANTE !
Com 11 anos ela foi uma das estrelas do programa “Pequenos Brilhantes”; com 12, ela ganhou espaço no “Gente Inocente” e, atualmente aos 19 anos, dedica-se à carreira de cantora. A nossa entrevistada desta edição é Bianca Aguiar, artista que acaba de lançar seu novo CD, com forte influência do J-Pop, a música japonesa.
CRASH: COMO SURGIRAM OS CONVITES PARA PARTICIPAR DOS PROGRAMAS “PEQUENOS BRILHANTES” E “GENTE INOCENTE”? QUANTO TEMPO VOCÊ FICOU EM CADA UM?
BIANCA: Então, o “Pequenos Brilhantes” eu recebi o convite porque fazia um curso de interpretação, canto e dança com a Joyce, que trabalhou durante muito tempo com o Silvio Santos, era coreógrafa do SBT. No final do curso, recebi um convite pra participar do programa junto com o elenco deles, lá eu fiquei 4 meses e depois disso o programa acabou, infelizmente. Como em toda grande TV, tem uma estrutura grande por trás dos programas. Na época do “Gente Inocente”, o participante tinha que mandar uma fita cantando pra ser pré-aprovado, aí participava do quadro “chuveiro” com a mãe, que ficava embaixo do chuveiro, caso o cantor fosse reprovado, a mãe tomaria um banho, de confeti, claro (risos). Depois que eu fui chamada e ganhei todas as etapas, acabei recebendo o convite pra fazer parte do elenco de especiais do programa, e fiquei por lá um ano e meio. Foi uma experiência e tanto. O Pronac é enorme com toda estrutura de TV grande, aprendi muito lá.
CRASH: COMO ERAM OS BASTIDORES? AS EMISSORAS DAVAM ALGUM TIPO DE SUPORTE COM A ESCOLA OU COM ATENDIMENTO PSICOLÓGICO PARA AS CRIANÇAS?
BIANCA: Nossa, os bastidores eram uma zona (risos). Não de organização, mas imagina um monte de criança debaixo do mesmo teto … A gente brincava, cantava, mas não dava muito trabalho pra produção. No caso do “Gente Inocente”, tínhamos um camarim só pra gente, com um monte de salgadinho, doces, refrigerantes, porque ficávamos quase que o dia inteiro lá dentro. No “Pequenos Brilhantes” também tínhamos um camarim só nosso. As duas emissoras mandavam documentos para as escolas pra justificar nossas faltas, eles se preocupavam com nossos estudos. Quanto a suporte psicológico, eu nunca precisei, mas sei que tinha, sim. Volta e meia iam conversar com a gente no camarim pra saber se estávamos bem, cansados, essas coisas. Nas duas emissoras a equipe que cuidava das crianças contava com todo tipo de profissionais, além de produção, coreógrafos, professor de canto, produtor musical, expressão corporal, professores de teatro… Tínhamos também fonoaudiólogo e psicólogo à disposição.
CRASH: O QUE VOCÊ APRENDEU COM OS APRESENTADORES MOACYR FRANCO E MARCIO GARCIA?
BIANCA: Os dois programas me deram muita experiência de maneira geral. Os apresentadores tinham muita paciência com a gente, brincavam, sabiam nos tratar bem. E eu aprendi muita coisa, não digo que aprendi a apresentar programa, até porque eu era pequena, mal prestava atenção nessas coisas técnicas, mas, apesar da pouca idade, nós éramos tratados como “adultos”, tomávamos bronca do mesmo jeito, não tinha escapatória. Todas as crianças tinham que ser profissionais, dentro dos parâmetros de cada faixa etária. E tudo isso acrescentou muito em minha carreira.
CRASH: QUE DIFERENÇAS VOCÊ DESTACA ENTRE OS DOIS PROGRAMAS E QUE LEMBRANÇAS GUARDA DE CADA UM DELES? ALGUM AMIGO, PRO EXEMPLO …
BIANCA: Diferença só tem de tempo que eu fiquei em cada um, porque os dois eram programas infantis e tinham uma estrutura muito boa. Tenho muitas lembranças boas, amigos também, tenho contato com alguns até hoje, nos falamos pelo Orkut, MSN … Com outros não tenho, mas não é por inimizade, sabe, é porque tomamos rumos diferentes, mas o carinho sempre foi e sempre será muito grande. Saudade das farras no camarim, de viajar toda semana pro Rio, dos músicos da banda do “Gente Inocente”, que nos acompanhava ao vivo …
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